sábado, 28 de fevereiro de 2015

Obrigada, mas não obrigada


Chega uma certa fase da sua vida que todos ao seu redor resolvem "se resolver". Os problemas deixam de ser "Ninguém me ama" para "Briguei com o meu namorado!". O mundo inteiro, ou meu pequeno e singelo grupo de amigos passa a se relacionar com outras pessoas. E ai pronto.
Parece recalque, mas não estou reclamando do fato deles terem arranjado alguém. Pelo contrário fico imensamente feliz que cada um possa ter encontrado alguém que acrescente a cada um deles algo especial. O que mais me incomoda é a preocupação constante em ter que me ver no mesmo barco.
"Porque você vai ser a última.", "Não, deixa que eu te ajudo a arrumar alguém.", "Aquele cara sempre deu em cima de você, porque você não dá uma chance?" Obrigada, mas não obrigada. Eu estou bem. Não é porque me encontro na solteirice desde sempre que isso esteja me incomodando. Acho que na verdade isso incomoda é aos outros que me veem assim.
Eu, sinceramente, já tive fases que eu realmente quis alguém para dividir um cobertor em uma noite chuvosa, alguém para deitar no colo e fazer carinho ou alguém para telefonar de madrugada sem se passar por uma doida varrida. Mas hoje, de verdade, não me importo com o momento que vivo. Gosto de estar solteira, gosto até um pouco mais dessa vida. Posso sair sem informar a ninguém, posso olhar diferente para o rapaz bonitinho da festa, posso sair com só amigos homens sem ter que ouvir qualquer reclamação.
Afinal, estar solteira não é o fim do mundo. Nunca foi. Hoje, eu estou realmente bem. Me sinto a vontade com essa condição. E se os outros se incomodam com isso, eles que se mudem, porque da minha vida eu acho que ainda sei cuidar.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Nem a força do tempo é capaz de destruir

Todos já tivemos muitos amigos com o decorrer dos anos. Alguns se foram faz tempo de nossas vidas, alguns marcaram de uma forma inexplicável, outros nem lembramos o nome. Mas sempre tivemos amigos.
A cada minuto eu entendo mais porque Deus me colocou certas amizades na minha vida. Pessoas que não me deixam cair, pessoas que me sustentam quando não dá mais. Amigos que estão para mim nas festas e bebedeiras, mas que também vem aqui em casa para simplesmente me escutarem.
Difícil é imaginar minha vida sem eles. Como pude um dia viver sem aquele abraço que me envolve completamente? Como pude viver sem uma bronca por ser tão besta? Como pude viver sem as risadas que ninguém entenderia, nem mesmo se explicasse?
Juramos eterna amizade. E esse juramento levo comigo até os dias de hoje, e prometo levar para sempre. Cada vez mais percebo que são verdadeiros, que valeram a pena. Passamos por cima de brigas, de gênios diferentes, de opiniões opostas, para no final conseguirmos cair na gargalhada, ou no choro, ou no abraço.
Impossível esquecer cada um dos que me vem a cabeça agora escrevendo isso. Cada nomezinho, cada pessoinha tão importante que faz parte da minha história.
Obrigada, amigos. Obrigada, irmãos. Obrigada por me aguentarem nas minhas crises. Obrigada pelas ligações de duas horas na madrugada. Obrigada pelos puxões de orelhas necessários. Obrigada por serem a minha família quando eu não estava em casa, por me protegerem e cuidarem, como se eu fosse realmente parte da família de cada um.
Que esses laços que construímos não se rompam, pois eu já compreendo que vocês fazem parte do meu coração. Que seja para sempre.

sábado, 15 de março de 2014

Obrigada

Obrigada por não me deixar mais acreditar no amor. Por me fazer entender que todos os caras são assim mesmo, não me vêem como mais do que um rostinho bonito. Obrigada por me fazer enxergar que uma ficada é so uma ficada, e que isso n significa nada. Quando eu digo nada incluo o respeito pela outra pessoa. Obrigada pelas lágrimas que estão me fazendo crescer e aprender que eu não sou uma princesa dos contos de fada. Obrigada por me proporcionar momentos que meu coração fica tão apertado que ele caberia na palma da mão. Obrigada pelos ensinamentos, mesmo que de forma estranha e dolorosa que você me deu. Obrigada por ser um tipo de pessoa que eu n quero mais na minha vida. Acho que mesmo sendo so o segundo erro da minha vida, eu estou aprendendo a ver que a vida não é tão simples e fácil. Que namoros não acontecem, que as pessoas não se amam tão facilmente. Que o amor parece mais uma história mt mal contada por alguém que acreditava em fantasias e mágica. E mesmo com tudo isso, toda a magoa, eu acho q ainda não aprendi, e que vou sofrer ainda um pouco mais. Ate entender que nem tudo é como se quer... 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Esqueci de te esquecer

Lendo e relendo o seu texto, uma passagem de como foi o ano. Os altos e baixos, as risadas e os choros, eu simplesmente não fiz parte de nada. Eu fui um pequeno parêntese que ninguém da importância, que a maioria pula ou não lê. Eu fui esquecida, desapareci, substituída. Fácil pra você me substituir, me ignorar, fingir que não foi nada. Enquanto que pra mim foi mais, muito mais. Foi revolucionário, foi inesperado, foi uma surpresa incrível linda. Pena que eu n fui marca do seu 2013. Pena que você marcou demais o meu 2012.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

ADORARIA DE VERDADE, LER SEUS COMENTÁRIOS! :)
OBRIGADA,
-A

terça-feira, 24 de julho de 2012

Saudade

Faz algum tempo que não venho aqui. Olho para a sua casa, vejo a janela fechada. Na qual um dia estava aberta e com as cortinas brancas esvoaçando ao vento.
A porta já está descascada, e os cupins fizeram a sua parte. A maçaneta, esta foi robada há algumas semanas.
A grama já está alta, cobrindo metade da cerca que cobre a casa. Ainda tem as grandes árvores, uma delas parece que vai cair em cima da casa de Dona Cidinha.
Quem diria que um dia essa casa era tão bonita e me trazia tanta felicidade. Desde que você se foi, passar na sua rua só me traz tristeza. Lembrar de você só me traz saudade.
Pena que as coisas não são tão fáceis e vão voltar. Mas eu sempre vou lembrar dos bons momentos se isso te/me acalma, e do seu sorriso.

A casa vai ficar lá, em pé, mesmo você não estando aqui. E assim também vai ser você no meu coração, eternamente em pé, eternamente fixado, eternamente. Ternamente.

Presa do lado de fora

Era estranho, era doloroso demais pensar assim. Ela olhava para o céu e via-se presa, via-se presa dentro de si. Via a dor subir e descer sem conseguir controlar. Via seu coração aumentar, e doer, sem ao menos conseguir mandar parar - sabia que iria machucar mais tarde.
Ela precisava de alguém... Alguém que a entendesse, alguém que somente sorrise quando tudo estava escuro, alguém que a libertasse do mundo que prendia ela, alguém que a controlasse, que pudesse fazer ela sentir o sentimento.
Não tinha escapatória. Estava presa à seu coração, era dura demais consigo mesma, achava-se dura o bastante para ficar sozinha, sofrer sozinha, viver sozinha. Mas na verdade, é que precisava de alguém, para se libertar daquele que a fazia sofrer.
Estava liberta -ou assim que achava- pensava que agora poderia ser feliz, viver feliz, e resolveu tudo sozinha. Mas quem disse que estar sozinha resolveria o seu problema?

Le confusão

As letras do teclado, se digitam sozinhas, querendo dizer o que eu não digo de verdade. Querem enganar o pobre leitor, que se deleita com os textos sem nexo e melancólicos escritos. "Mais um!" Novamente, me inclino sobre a tela brilhante, com os dedos realizando o som singular 'tec tec tec'. As palavras vão sendo digitas, enganadas, apagadas.
Tão enganador para quem lê, é para quem escreve, para quem se ilude. Mostrande e escondendo o que sente, vendo que está falando besteiras, as não-verdades.
Querendo dizer não e dizer sim! Afinal sou tão facilmente apaixonada, e dificilmente desapaixonada.
Para quem não entendeu, compartilhe a minha confusão, pois nem eu mesma consigo tal feito (isso que dá ler Machado).


Aquecer seu coração

Assistam o video, escutem a música. Acho que não precisa olhar a letra, mesmo para você que não entende muito do inglês, eu acho que dá para se agarrar o que tudo quer dizer! Eu me apaixonei pelo vídeo.
Acho que me inspira a escrever, acho que faz meu coração entender que ele não está sozinho. E que sofrer também faz parte, mas que isso não dura para sempre! Eu posso mudar. Eu sei que posso. Qualquer um pode! Está correndo no nosso sangue essa coragem, essa vontade, esse amor.
Admito, já me apaixonei e me decepcionei. Já chorei durante a noite toda, mas isso não me fez achar-me mais fraca, não me fez desistir do amor. Porque afinal não foi o amor que me decepcionou, foi a pessoa e dessa sim, eu devo desistir.
De verdade, espero que vocês se apaixonem pelo vídeo, pela vida, por um alguém especial. Desejo de verdade. E lembrem-se: decepções são coisas da vida, vem e VÃO. E as coisas boas estão aí!

Beijos,
-A

sábado, 14 de julho de 2012

Música do coração


Ela tinha o mundo em suas mãos, tinha o mais bonito brilho nos olhos, tinha covinhas que abriam seu sorriso. Ela sentia o mundo do modo mais puro. Era linda, lindíssima. Bochechas contornadas com a cor de carmim, cílios arredondados, e a boca desenhada pelo melhor artista - por Deus. Ela gostava mesmo era de dançar. Rodopios aleatórios, braços balançavam de acordo com a música que só tocava na cabeça dela, e as pernas cruzavam e descruzavam a todo momento. E dançando ia levando a vida, ia guiando seus próprios passos. Sentiu o vento em seu pescoço e seu cabelo esvoaçando. Seguiu tal vento, que de repente começou a fazer som. Música bonita. Ela nem sabia se vinha de sua cabeça, ou se ali, o vento queria cantar para ela. A música aumentava a cada passo da menina. Ela em seus rodopios e pensamentos muito confusos era conduzidas pelo ritmo mais belo que já havia ouvido. Fechou os olhos, respirou fundo e se sentou junto a uma laranjeira. Bom cheiro. Ela fechou os olhos, para que afinal a música acabasse, entretanto ela continuava ainda mais alta, ainda calma e bonita. Se pondo de pé, olhou para o céu, e se perguntou se poderia saber de onde vinha esse som tão belo. Sem resposta, ou pelo menos sem entender o que estava acontecendo deu uma corrida pela relva. E bateu os olhos em um menino. Pequeno. De olhos claros e de cabelos castanhos. Era dele que vinha a música. Era a música do coração do menino. Coração tão puro quanto o dela. Coração feliz e cantante. Seus corações de alguma forma se comunicavam. Ainda afastada, a menina continuou a dançar. A música do coração dele fazia bem à ela.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Suspiros antes da prova de literatura

Ah.
Há.
Só um suspiro, uma baforada, pronta para preparar um texto que é bem eu, só eu.
"É você, só você, que na vida vai comigo agora."
Era você, ou talvez ainda seja. Mas eu não queria que fosse. Não queria perder meu tempo de sono e sossego pensando em você. Só você.
Pensamentos tão redundantes e complexos, prontos para atordoar novamente meus neurônios já fracos pela prova de geografia. Aí vem você, e me faz esquecer o fordismo, o neoliberalismo, e me faz acreditar que tudo não faz o menor sentido.
Mas por que?
Por que você veio invadir-me a essa hora? Mentira. Você me invade a todos os momentos. E como eu odeio. Ah, como eu odeio. COMO EU ODEIO amar isso.
Gostar de você na minha cabeça, fazendo seus reboliços, ironizando, olhando fixo para o nada e pensando no que vai falar. Gostar de seus abraços desajeitados. Gostar do seu momento de ignorar, ou das suas mensagens que me esnobam, esnobam e derretem meu coração.
Ai como eu odeio. Odeio não conseguir te odiar. Mas eu continuo te odiando. Um ódio ao contrário. Ao avesso. Cheio de furinhos.
Detesto você (da maneira mais contrária que isso existir).

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Volta des-culpada


Fazia tempo que eu não vinha aqui. Visitar um pouco do meu coração que eu polvilhava pelas letras digitadas. E o que me fez vir aqui? Nem eu sei. Talvez um peso, talvez uma dor doída, talvez qualquer coisa que eu esteja querendo esconder de mim mesma.
Idiota? Sim, com absoluta certeza. Infantil? Pode apostar. Carencia?...

De tudo um pouco, porque afinal somos seres humanos, sentimos, pressentimos, sofremos e sorrimos. Temos todos os sentimentos, desde os mais bonitos, até aqueles que ninguém nunca no mundo entenderia.
O que me trás aqui? Volto a me perguntar. A necessidade de escrever. Sobre uma saudade, um amor perdido, um pedido de desculpa. Tudo um pouco. Um amigo, um amor, uma mensagem. Um erro.
Com certeza, você, leitor, já deve ter desistido de entender o que essa idiota lhe fala. Palavras comuns, que se unem por algo sem nexo. Com, faltas, de, vírgulas. Ou um excesso de pontos.
Eu tinha um ponto a levantar, mas agora, eu nem sei mais se devo tocar nele. É como uma ferida, querendo criar casquinha, mas sem conseguir. Um ato falho.
O que adianta pedir desculpa, se não é aceita? É tão triste saber que você errou, pedir desculpa e não saber mais o que fazer. Não saber responder, porque você tem a noção de que está errado, que não vai mudar. Dai, o que você faria? Esqueceria o caso, as pessoas, os amigos? Esquecer? Desde quando isso é uma solução?
Mas então, o que se deve fazer? Chorar? Rir? Já me passou pela cabeça tantas coisas, tantas desculpas diferentes, já dadas e elaboradas.
Só não queria magoar as pessoas. Pessoas legais. Pessoas boas. Pessoas, que são tão minhas.
Queria saber como reparar erros. Reparar. Re-parar. Parar.
Desculpa...

sábado, 13 de agosto de 2011

Tempos, em tempos...


Sinceramente eu não sou a melhor pessoa para redigir um texto, mas acho que tenho sentimentos de sobra para fazê-los.
O tempo passa e a gente muda, percebe erros, percebe idiotices, percebe sorrisos e amores. Simples, não é? Não. A verdade que para percebermos tudo isso, precisamos deixar o tempo fluir. O que me lembra de uma frase que li: Ela perguntou ao tempo: 'O que eu tenho que fazer para essa dor passar? O tempo respondeu-lhe: Deixe-me passar'. E sim, eu concordo absolutamente nessa frase, posso dizer de experiência própria, ou por ver isso nas pessoas. Como disse no começo, a gente muda.
"Alguém se lembra daquela primeira paixão. Não, não, aquela paixão. Se lembra? Se lembra como ela te destruiu? Como ela passou por cima de você? Como te fez chorar e sorrir? Sim, sim, sim! E no final, não foi bom? Pois é. Mudei, me apaixonei, sorri, desapaixonei, chorei, sorri. A verdade que nada mudou muito, porque foi o primeiro amor.
Conhecemos aquela velha história do menino bonito, jogador de futebol, atraente e simpático, e também aquela menina tímida, inteligente, que não chama atenção de ninguém. E você sabe muito bem que nos filmes essa história termina tão bem... Ele olha para ela e nota nela o seu verdadeiro amor. E ela já era apaixonada por ele há anos. Sim sim, cinema, filmes, contos ilusórios da carochinha. Sim, já ficou comprovado que isso não acontece.
Uma pena que ele foi o seu primeiro amor, e não outro. Uma pena que ele foi o meu primeiro amor.
Mas sabe, com o passar dos anos eu percebi que ele era normal, juro, que ainda sinto algo, algo bobo, bem menor do que antes, é a verdade. A gente nunca esquece quem a gente realmente amou. E sim, eu amei de verdade. Ela amou ele de verdade. E nunca vai esquecer, ou talvez esqueça.
Agora, ele nem sabe que ela existe, e ela sabe muito bem da existência dele, mas resolveu tocar a vida, se apaixonar por meninos errados, ser admirada e desejada por outros. Ser feliz só por ter amigos, e chorar a noite por causa de uma nota baixa.
A vida continua, mesmo que ele nunca mais saia da sua cabeça, a vida sempre anda para frente."
Depois disso, eu fiquei pensando muito. Fiquei revendo nas minhas lembranças, os tempos bons que passei, das mudanças que aconteceram, das mudanças. Das muitas mudanças.
E sabe, eu ainda não superei, ou talvez tenha superado. Mas ele ainda vai ser ele, é o meu primeiro amor, oras, não se pode mudar isso. Mas eu sei que haverão outros, e esses outros serão os outros amores da minha vida. Até chegar o dia, que o amor será muito forte, ainda mais forte que o primeiro, e ai sim, eu saberei que estarei com o cara certo.
Olhe, se está passando por uma situação dessas, saiba que demora mesmo a esquecer, mas deixa a vida seguir, eu aposto que tem muitos garotos que te encantaram, ao menos um pouco, e você possa esquecer dele, devagar... Boa sorte.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Como abrir em uma página a parte

Clique com o botão direito do mouse em cima do link.
Clique: Open in a new Tab/Abrir em uma nova aba ou Open in a new window/Abrir em uma nova janela (Algo do gênero)

Por favor, coloque para tocar Enchanted (Taylor Swift), enquanto lê o texto. Obrigada. (obs: Abra como uma página a parte - como fazer isso?)


"Eu estava mal até você chegar. Chorava, sim. Ria, as vezes. Sorria, falsidade. Me sentia qualquer uma, mais uma. E eu era, era mesma.
Você se lembra das pessoas falando de sermos ‘perfeitos’ um para o outro, como se não fosse verdade. Ou quando, diziam que deveríamos ficar juntos.
Bem, eu simplesmente acreditei. Acredite em você, acreditei em um possível nós.
A primeira vez que nos vimos, simplesmente fiquei completamente encantada. Seu sorriso, sua risada, sua fala, tudo. Era você, eu sabia...
Cheguei em casa, guardei todos os momentos em uma caixinha. E o resto ficou nos meus pensamentos.
A segunda vez foi ainda melhor. Deram um tempo para ‘nós’. Você falou comigo. Eu lembro de tudo e você?
Desse dia em diante, comecei a pensar o quão seria bom, se você estivesse ao meu lado todo o dia. Sendo meu amigo.
Desse dia em diante, conversamos todas vezes que deu. E foi simplesmente encantador. Você falava coisas que mexiam comigo. Falava bobeirinhas, e coisas realmente importantes. E isso durou uns três dias seguidos.
Confesso, gostei.
Mas hoje, sei lá, acho que não vai acontecer nada. N-a-d-a. Não interessa mais o que as outras pessoas possam dizer, não vai acontecer. Não por mim, é claro, como ficou obvio com esse texto, mas acho que por você.
Como que eu pude ser tão idiota, e pensar que você poderia gostar de mim.
Bem, eu sou só uma garota encantada pelo seu jeito. Apaixonada por você. Pensa em você todas as noites, pela manhã, e claro pela tarde. Sorri ao ouvir o seu nome, e logo depois chorar por lembrar.
Obrigada, era só isso."
And it was enchanting to meet you. (Taylor Swift)

quinta-feira, 23 de junho de 2011



A verdade é que eu não paro de pensar em você. Isso me consome, me delira, me desmorona. Ajude-me a sobreviver a esse conflito interno de você contra mim.

Gostava de mim, antes. Sinto saudades de mim mesma, do jeito que eu era. Das paixões, que por acaso davam certo, que eram 'boas' e saudáveis.

Sinto falta de sorrir, com as covinhas a mostra, com os dentes brancos e a alegria que simplesmente transbordava a cada palavra (verdadeira).

Mas além disso, eu gostava de mim mesma. Mas agora, você se tornou meu ícone de perfeição, de alcance, de 'precisar de'.

O mais estranho é querer mais você do que a mim mesma. Sonhar contigo, sorrir ao pensar, planejar um milhão de coisas que, é claro, só tem você.

Mais uma triste desilusão, estou certa? É claro.

Só um pedido final, queria ter você ao meu lado, só para te entender um pouquinho, te perceber um pouco, te ter, ao menos. (Besteira)

Agora, meus olhos já caídos, os cantos dos lábios contornados para baixo, já demonstram a tristeza antecipada. Só para não chorar várias vezes seguidas, o melhor é dividir esse tempo.


[E assim eu marco a minha volta para o CRIAR É VIVER, obrigada.]

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Bilhetinho

Então, eu andei pensando, muito! E descobri que estou com medo! E o pior, eu estou com medo do "medo"!
Estou com medo de nunca achar alguém!
E se eu continuar com medo? Agora eu estou procurando o motivo disso, e tudo me diz que é o Rodrigo*! Parece até que eu tenho que me resolver com ele, porque foi uma situação 'esquecida'!
Estou mal com isso! Queria "voltar" a gostar de verdade de alguém, de verdade!

Acho que você está com medo de se entregar para alguém, sabe? De gostar mesmo. E não pode ser assim! Só porque o Rodrigo* não correspondeu ao seu amor, não quer dizer que com o Vinícius* isso se repita. E o Rodrigo* é passado, esqueça isso!
Então, você não sabe se gosta de nenhum dos dois, certo? Eu sei como é isso: a gente fica num turbilhão de emoções e não sabe o que sentir.

Exatamente. Só que um gosta de mim, e o outro eu nem sei o futuro. Sendo que o Vinícius* fica me pressionando, e eu me sinto como 'contra a parede'.
O que me deixa pior. Me deixa mal, porque eu sei que ele não tem culpa da minha confusão!
E esse turbilhões de emoções está me deixando louca! COM-PLE-TA-MEN-TE...

Sim, sim. Acho que você deve esclarecer essa sua dúvida para ele. Mas você precisa se preparar se ele disser que não vai esperar que você se decida.
Já que se ele esperar, ele pode acabar se magoando. O que não dá também é você ficar com alguém só porque a pessoa gosta de você.

Sim, mas eu não queria magoá-lo. Nunca! Ele não merece isso! Ele é bonzinho demais, e não mereceria isso...
Me sinto realmente mal. E se ele me desse um fora, eu ficaria muito melhor! Porque eu não sei se você se lembra, mas eu sempre disse, que eu prefiro que ele me magoe do que magoá-lo. Porque assim eu sofro menos! =(

Cara, mas ninguém é totalmente bonzinho... Ele parece ser bem legal, mas eu ainda não sei.
E para de besteira, você precisa se colocar para cima. Você sofre muito com isso. Se preocupa mais com você também. Tem que se valorizar.

Ih menina! Nem ligaria se ele me desse um fora. Eu não me magoaria. Sério! Eu sinto que não iria me magora! Talvez seja isso, né? =(

Você não se magoaria, talvez, porque NÃO gosta mais dele... Só pode ser isso.

*os nomes usados nesse texto são fictícios.

Por Helena Oliveira



É sempre assim: “faça isso” ou “faça aquilo”. Não se pode nunca ter um meio termo? Uma dúvida? Pois eu TENHO dúvidas! Muitas! Eu não posso me decidir simplesmente assim, por ter isso ou nunca mais pensar nessa possibilidade. Se nem eu mesma sei o que eu quero, como posso dizer isso aos outros? Eu brinco, eu rio, mas no fundo eu quase choro. Não gosto de magoar as pessoas.
Principalmente aquelas de quem eu gosto. Poderia ser simples. Fácil. Objetivo. Mas há tantos “e se...” e “talvez...” que é tão difícil saber o que seria certo? Será que existe o certo?

sexta-feira, 15 de abril de 2011


Tem gente que simplesmente merece o meu desprezo!

terça-feira, 12 de abril de 2011

A grande tristeza da decepção


Nos dedicamos tanto. Sofremos tanto (eu sofri). Choramos durante anos. Em um lance de gangorra, de montanha-russa. Se é que você me entende? Essa variação de 'Eu te amo' para 'Eu nem ligo'. Machucou sabia? Perdi meu tempo! Perdi tudo o que tinha, em pró de alguém que não merecia! Alguém que nunca valeu a pena, ou talvez vale a pena! A arte da confusão e do 'não/sim' bate na minha cabeça constantemente, me perguntando: 'O que fazer?'. Desculpa, não tenho resposta! Mas... Mas como eu posso desistir de alguém que eu ainda amo, que eu ainda sinto as minhas pernas bambas e o meu coração saltando. Como posso deixar de te amar, tão intensamente, tão dolorosamente, tão (in)coerentemente. Na verdade quem disse que comecei assim do nada? Na verdade, você tem as características perfeitas, os gestos simples, 'O' cara (The one). Como alguém não se apaixonaria por alguém que a faz rir (no momento chorar), por alguém que sorri com os olhos, alguém que se encaixa perfeitamente no meu coração. A verdade, então, é que eu o amo, mas odeio amá-lo. Odeio sentir! Odeio querer! Odeio qualquer coisa que me machuque, afinal é isso que o ser humano faz, ele tem que se proteger. Já não é mais uma coisa de moral, é prevenção. Mas então, eu deveria odiá-lo! Ele me machuca(ou) tanto! Decepcionada ao fim, de toda essa discussão mental e cansativa. Desculpe, eu ainda te amo!