sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Garotos II - O outro lado - Leoni


'Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu
Sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos'

s2

As horas passavam
















Os adultos que já passaram pela adolecência, dizem que é a melhor época da vida. Você faz besteiras e não é realmente punido, você sai sem se preocupar, você arranja namorados, ficantes, 'peguetis' e curte demais a vida. Mas o que eles não lembram é o quanto eles sofrem nessa idade.
Que além de toda a diversão e besteiras, eles não lembram de sofreram por algum menino, que sofreram quando não acharam a roupa perfeita, quando acordaram de manhã para ir para a escola e viu uma espinha no meio da testa.
Os adultos vem falar que nós fazemos dramas, que a vida tem coisa muito pior, mas nessa idade é o que temos para nos preocupar com essas futilidades.
Mas quando crescemos, nos tornamos os mesmos adultos que nossos pais. E vemos que realmente eram besteirinhas com que nos procupávamos.
Aquele menino lindo era só mais um menino na nossa vida, que aquela espinha nem dava para notar, que não poder sair naquele dia porque estava chovendo era justo, já que a cidade ia inundar.
Porém ter 15 anos não é a coisa mais fácil, temos que nos preocupar com tudo, mas no final das contas percebemos que os problemas deixaram a nossa vida mais divertida, instigante.


"'Cause when you're fifteen
And somebody tells you they love you
You're gonna believe them

And when you're fifteen
Don't forget to look before you fall
I've found time can heal most anything

And you just might find who you're supposed to be
I didn't know who I was supposed to be
At fifteen"

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010


'Se lembra quando a gente, chegou um dia acreditar, que tudo era pra sempre, sem saber, que o pra sempre, sempre acaba...'

Irônico, não?


Talvez eu não seja a melhor pessoa, para falar de ironia no amor, ou algo do tipo! Na verdade me acho a pior de todas!
Enganar o coração é impossível, ser diferente de quem é para ter alguém não é possível, amar e não ser correspondido, não é a melhor coisa do mundo.
O mundo não sorri para eles quando isso aconteceu!
Ele era loucamente apaixonado por ela. Mandava cartas, declarações públicas, chocolates e presentes. Ela gostava de ser bajulada, gostava de tê-lo perto dela, de poder sentir seu cheiro, e escutar sua voz rouca. Ele dava a segurança para ela, ela a cada dia ficava mais encantada por ele. Mas não admitia, lutava contra o sentimento que tentava dominá-la. Ela dizia que gostava de outro, mas seu coração só disparava junto daquele a quem tanto a amava.
A triste desilusão da vida dele acabou, e a dela tinha apenas começado. Não podia crer que começara a gostar dele, ela agora ficava zangada quando ele não falava com ela, quando não a abraçava, quando tentava por diversas vezes ignorá-la.
Foi tarde demais, ela não esperava por isso. Numa manhã de quinta-feira, sua amiga veio falar com ela, dizendo que precisava falar: 'Ele tem outra!' Falou a amiga, secamente e nem esperando a resposta dela. A menina chorou, berrou, entristeceu, tudo por dentro. Por fora sempre tentava demonstrar um sorriso.
A menina não entendia como aquele amor tão puro que ele sentia por ela, havia acabado. Sim, que na maioria das vezes ela nem dava bola pra ele, e sempre o rejeitara. Aquele amor, que confessara e declarava diversas vezes a ela, seria tudo mentira algo passageiro, ela não conseguia acreditar!
Irônico, não? Ele a queria, mas ela não. Agora ela o quer mais que tudo, e ele já está em outra.
A história ainda não tem um fim. E como dizem os poetas apaixonados, os rumos do coração ninguém conhece, mas eles sempre te levam ao melhor lugar.

'para amigos, famílias, parentes, e todos que passam, ou passaram por isso!'

Ahhh

RECUPEREI MEU BLOG s2

sábado, 27 de novembro de 2010

Borboletas voam entorno


Pisando na grama molhada e verde, com os pés descalços e enlameados, corria pelo vale.
As vezes era bom ficar sozinha, num vazio completo e silencioso, o dia demorava a passar, e tudo se aproveitava melhor.
Uma companhia era bom, de vez em quando, de alguém, de algo, de alguma coisa, para aproveitar o tempo.
Sorrisos, lágrimas, brilho nos olhos, gargalhadas altas e extensas, era o bom tempo que passava com ele.
Boba e inocente como sempre, não sabia o que falar, pra ela só bastava olhar para ele, e sorrir e piscar os olhos.
Mas depois de alguns anos, se viu sem ele, ele havia escolhido outro vale para correr, as vezes sozinho, as vezes com uma amiga (que não era ela).
A menina por fim ficava triste de não ter mais aquela companhia. Ia para o vale chorar, gritar o mais alto que pudesse. Ia para o vale para correr e ver se conseguia fazer o tempo passar mais rápido.
Os dias se passavam, e ela percebia a falta que ele fazia. No começo era só um amigo, uma companhia, agora se tornava algo importante, algo essencial.
Ela, enfim, tomou coragem e saiu do seu vale. Queria voar mais alto, queria encontrá-lo, custe o que custar. Não se importava se nunca houvesse saído, ou mesmo que ele estivesse longe, a vontade de voar mais alto a fez sair.
Durante a sua viagem, pelas nuvens, junto ao sol e pássaros, ela, que estava cansada, caiu num leve sono, e caindo parou junto à um rio.
Acordou junto com ele. Ela não conseguia acreditar, aquela queda era morte certa, ele a salvara? Algo a salvara? O que aconteceu?
Não se lembrava de nada, só que estava com ele, e só ele que era importante.
A partir daquele momento, ela voltou a passar tempo nesse novo vale, andava, ao invés de correr, não chorava mais, e sorria, sorria e piscava seus pequenos olhinhos castanhos. Descobriu que ele não a esquecera, e que também sentia saudade dela.
Os dias daqueles se passaram como um conto de fadas, ele a amava e ela também.
'As borboletas abençoaram esse amor'

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Um sorriso!

'Um sorriso vale mais que mil palavras'
'Em qualquer dia, qualquer hora, queremos alguém para sorrir para nós!
Somos carentes de sorrisos, de felicidades, de dias de paz.'