terça-feira, 24 de julho de 2012

Le confusão

As letras do teclado, se digitam sozinhas, querendo dizer o que eu não digo de verdade. Querem enganar o pobre leitor, que se deleita com os textos sem nexo e melancólicos escritos. "Mais um!" Novamente, me inclino sobre a tela brilhante, com os dedos realizando o som singular 'tec tec tec'. As palavras vão sendo digitas, enganadas, apagadas.
Tão enganador para quem lê, é para quem escreve, para quem se ilude. Mostrande e escondendo o que sente, vendo que está falando besteiras, as não-verdades.
Querendo dizer não e dizer sim! Afinal sou tão facilmente apaixonada, e dificilmente desapaixonada.
Para quem não entendeu, compartilhe a minha confusão, pois nem eu mesma consigo tal feito (isso que dá ler Machado).


Aquecer seu coração

Assistam o video, escutem a música. Acho que não precisa olhar a letra, mesmo para você que não entende muito do inglês, eu acho que dá para se agarrar o que tudo quer dizer! Eu me apaixonei pelo vídeo.
Acho que me inspira a escrever, acho que faz meu coração entender que ele não está sozinho. E que sofrer também faz parte, mas que isso não dura para sempre! Eu posso mudar. Eu sei que posso. Qualquer um pode! Está correndo no nosso sangue essa coragem, essa vontade, esse amor.
Admito, já me apaixonei e me decepcionei. Já chorei durante a noite toda, mas isso não me fez achar-me mais fraca, não me fez desistir do amor. Porque afinal não foi o amor que me decepcionou, foi a pessoa e dessa sim, eu devo desistir.
De verdade, espero que vocês se apaixonem pelo vídeo, pela vida, por um alguém especial. Desejo de verdade. E lembrem-se: decepções são coisas da vida, vem e VÃO. E as coisas boas estão aí!

Beijos,
-A

sábado, 14 de julho de 2012

Música do coração


Ela tinha o mundo em suas mãos, tinha o mais bonito brilho nos olhos, tinha covinhas que abriam seu sorriso. Ela sentia o mundo do modo mais puro. Era linda, lindíssima. Bochechas contornadas com a cor de carmim, cílios arredondados, e a boca desenhada pelo melhor artista - por Deus. Ela gostava mesmo era de dançar. Rodopios aleatórios, braços balançavam de acordo com a música que só tocava na cabeça dela, e as pernas cruzavam e descruzavam a todo momento. E dançando ia levando a vida, ia guiando seus próprios passos. Sentiu o vento em seu pescoço e seu cabelo esvoaçando. Seguiu tal vento, que de repente começou a fazer som. Música bonita. Ela nem sabia se vinha de sua cabeça, ou se ali, o vento queria cantar para ela. A música aumentava a cada passo da menina. Ela em seus rodopios e pensamentos muito confusos era conduzidas pelo ritmo mais belo que já havia ouvido. Fechou os olhos, respirou fundo e se sentou junto a uma laranjeira. Bom cheiro. Ela fechou os olhos, para que afinal a música acabasse, entretanto ela continuava ainda mais alta, ainda calma e bonita. Se pondo de pé, olhou para o céu, e se perguntou se poderia saber de onde vinha esse som tão belo. Sem resposta, ou pelo menos sem entender o que estava acontecendo deu uma corrida pela relva. E bateu os olhos em um menino. Pequeno. De olhos claros e de cabelos castanhos. Era dele que vinha a música. Era a música do coração do menino. Coração tão puro quanto o dela. Coração feliz e cantante. Seus corações de alguma forma se comunicavam. Ainda afastada, a menina continuou a dançar. A música do coração dele fazia bem à ela.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Suspiros antes da prova de literatura

Ah.
Há.
Só um suspiro, uma baforada, pronta para preparar um texto que é bem eu, só eu.
"É você, só você, que na vida vai comigo agora."
Era você, ou talvez ainda seja. Mas eu não queria que fosse. Não queria perder meu tempo de sono e sossego pensando em você. Só você.
Pensamentos tão redundantes e complexos, prontos para atordoar novamente meus neurônios já fracos pela prova de geografia. Aí vem você, e me faz esquecer o fordismo, o neoliberalismo, e me faz acreditar que tudo não faz o menor sentido.
Mas por que?
Por que você veio invadir-me a essa hora? Mentira. Você me invade a todos os momentos. E como eu odeio. Ah, como eu odeio. COMO EU ODEIO amar isso.
Gostar de você na minha cabeça, fazendo seus reboliços, ironizando, olhando fixo para o nada e pensando no que vai falar. Gostar de seus abraços desajeitados. Gostar do seu momento de ignorar, ou das suas mensagens que me esnobam, esnobam e derretem meu coração.
Ai como eu odeio. Odeio não conseguir te odiar. Mas eu continuo te odiando. Um ódio ao contrário. Ao avesso. Cheio de furinhos.
Detesto você (da maneira mais contrária que isso existir).

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Volta des-culpada


Fazia tempo que eu não vinha aqui. Visitar um pouco do meu coração que eu polvilhava pelas letras digitadas. E o que me fez vir aqui? Nem eu sei. Talvez um peso, talvez uma dor doída, talvez qualquer coisa que eu esteja querendo esconder de mim mesma.
Idiota? Sim, com absoluta certeza. Infantil? Pode apostar. Carencia?...

De tudo um pouco, porque afinal somos seres humanos, sentimos, pressentimos, sofremos e sorrimos. Temos todos os sentimentos, desde os mais bonitos, até aqueles que ninguém nunca no mundo entenderia.
O que me trás aqui? Volto a me perguntar. A necessidade de escrever. Sobre uma saudade, um amor perdido, um pedido de desculpa. Tudo um pouco. Um amigo, um amor, uma mensagem. Um erro.
Com certeza, você, leitor, já deve ter desistido de entender o que essa idiota lhe fala. Palavras comuns, que se unem por algo sem nexo. Com, faltas, de, vírgulas. Ou um excesso de pontos.
Eu tinha um ponto a levantar, mas agora, eu nem sei mais se devo tocar nele. É como uma ferida, querendo criar casquinha, mas sem conseguir. Um ato falho.
O que adianta pedir desculpa, se não é aceita? É tão triste saber que você errou, pedir desculpa e não saber mais o que fazer. Não saber responder, porque você tem a noção de que está errado, que não vai mudar. Dai, o que você faria? Esqueceria o caso, as pessoas, os amigos? Esquecer? Desde quando isso é uma solução?
Mas então, o que se deve fazer? Chorar? Rir? Já me passou pela cabeça tantas coisas, tantas desculpas diferentes, já dadas e elaboradas.
Só não queria magoar as pessoas. Pessoas legais. Pessoas boas. Pessoas, que são tão minhas.
Queria saber como reparar erros. Reparar. Re-parar. Parar.
Desculpa...

sábado, 13 de agosto de 2011

Tempos, em tempos...


Sinceramente eu não sou a melhor pessoa para redigir um texto, mas acho que tenho sentimentos de sobra para fazê-los.
O tempo passa e a gente muda, percebe erros, percebe idiotices, percebe sorrisos e amores. Simples, não é? Não. A verdade que para percebermos tudo isso, precisamos deixar o tempo fluir. O que me lembra de uma frase que li: Ela perguntou ao tempo: 'O que eu tenho que fazer para essa dor passar? O tempo respondeu-lhe: Deixe-me passar'. E sim, eu concordo absolutamente nessa frase, posso dizer de experiência própria, ou por ver isso nas pessoas. Como disse no começo, a gente muda.
"Alguém se lembra daquela primeira paixão. Não, não, aquela paixão. Se lembra? Se lembra como ela te destruiu? Como ela passou por cima de você? Como te fez chorar e sorrir? Sim, sim, sim! E no final, não foi bom? Pois é. Mudei, me apaixonei, sorri, desapaixonei, chorei, sorri. A verdade que nada mudou muito, porque foi o primeiro amor.
Conhecemos aquela velha história do menino bonito, jogador de futebol, atraente e simpático, e também aquela menina tímida, inteligente, que não chama atenção de ninguém. E você sabe muito bem que nos filmes essa história termina tão bem... Ele olha para ela e nota nela o seu verdadeiro amor. E ela já era apaixonada por ele há anos. Sim sim, cinema, filmes, contos ilusórios da carochinha. Sim, já ficou comprovado que isso não acontece.
Uma pena que ele foi o seu primeiro amor, e não outro. Uma pena que ele foi o meu primeiro amor.
Mas sabe, com o passar dos anos eu percebi que ele era normal, juro, que ainda sinto algo, algo bobo, bem menor do que antes, é a verdade. A gente nunca esquece quem a gente realmente amou. E sim, eu amei de verdade. Ela amou ele de verdade. E nunca vai esquecer, ou talvez esqueça.
Agora, ele nem sabe que ela existe, e ela sabe muito bem da existência dele, mas resolveu tocar a vida, se apaixonar por meninos errados, ser admirada e desejada por outros. Ser feliz só por ter amigos, e chorar a noite por causa de uma nota baixa.
A vida continua, mesmo que ele nunca mais saia da sua cabeça, a vida sempre anda para frente."
Depois disso, eu fiquei pensando muito. Fiquei revendo nas minhas lembranças, os tempos bons que passei, das mudanças que aconteceram, das mudanças. Das muitas mudanças.
E sabe, eu ainda não superei, ou talvez tenha superado. Mas ele ainda vai ser ele, é o meu primeiro amor, oras, não se pode mudar isso. Mas eu sei que haverão outros, e esses outros serão os outros amores da minha vida. Até chegar o dia, que o amor será muito forte, ainda mais forte que o primeiro, e ai sim, eu saberei que estarei com o cara certo.
Olhe, se está passando por uma situação dessas, saiba que demora mesmo a esquecer, mas deixa a vida seguir, eu aposto que tem muitos garotos que te encantaram, ao menos um pouco, e você possa esquecer dele, devagar... Boa sorte.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Como abrir em uma página a parte

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